31 de maio de 2017
Tendenze & Mercati
Como está a mudar a viagem no aeroporto e em altitude?

Aumentam os passageiros e diminuem as bagagens extraviadas
Segundo o Baggage Report 2017 da SITA, o ano passado melhorou em 12,2% o resultado, já recorde, de 2015, passando de 6,5 para 5,73 bagagens "mal encaminhadas" por cada 1000 passageiros. Um dado muito significativo, considerando que em 2016 voaram 3,77 mil milhões de viajantes, o número mais alto de sempre, destinado a crescer ainda durante o ano em curso, atingindo os 3,9 mil milhões (previsões IATA).
A rastreabilidade constante das bagagens, desde o check-in ao carregamento no porão, em cada transferência para o voo de outra transportadora e à chegada, até a bagagem ser entregue ao passageiro, é o objetivo da "Resolução 753" da IATA, à qual todas as companhias aéreas membros da IATA terão de se adaptar até junho de 2018.
Nova vida para as tags RFID
Mas quais são as tecnologias para resolver a rastreabilidade das bagagens?
A SITA e a IATA publicaram recentemente um business case detalhado que reavalia drasticamente a utilização de uma tecnologia já existente e conhecida a nível global: a tecnologia RFID (Radio Frequency Identification).
Calcula-se que, adotando regularmente simples tags RFID, seria possível reduzir o número de bagagens extraviadas em mais 25% até 2022, com uma poupança de 3 mil milhões de dólares. A CUSTOM oferece dois tipos de tecnologias RFID integráveis nas impressoras de bilhetes da divisão AVIATION: HF RFID de curta distância e UHF RFID de longa distância. Saiba mais clicando aqui.
Wi-Fi em todo o lado e compras a bordo cada vez mais fáceis
Hoje, o Wi-Fi no avião já não é uma miragem. Já são muitas as companhias aéreas que oferecem aos viajantes a possibilidade de utilizar o serviço de Wi-Fi a bordo, geralmente pagando uma tarifa relativa ao tempo de ligação ou à quantidade de dados descarregados. Algumas estão ainda a equipar-se para garantir a utilização dos dispositivos pessoais durante toda a duração do voo, incluindo as fases de descolagem e aterragem.
E, a par da possibilidade de ligação, cresce também a vontade de fazer compras durante o voo. De facto, o número de passageiros que compram produtos durante as horas passadas em altitude é cada vez mais importante: um negócio de 5 mil milhões de dólares por ano, com uma tendência de crescimento de 13% por cada ano que passa (dados 2016 Guest Logix).
Seja por tédio, pelos preços convenientes ou por promoções especiais associadas a programas de passageiro frequente, as compras em altitude agradam, e para as companhias aéreas tornou-se fundamental dotar-se de sistemas de gestão da shopping experience a bordo. A CUSTOM oferece métodos de pagamento smart também em voo, com as mini-impressoras portáteis hi-tech My Printer A e MY3 A que, graças à tecnologia Bluetooth, imprimem talões também a partir de smartphones Apple, Android e Windows Phone 8!
Reconhecimento facial
E se bastasse "dar a cara" para fazer avançar mais rapidamente as filas de passageiros nas fases de check-in e embarque?
Outra mudança que está a envolver cada vez mais aeroportos é a introdução do reconhecimento facial: um sistema que digitaliza os rostos, compara-os com as fotografias do passaporte eletrónico em arquivo e permite assim embarcar muito mais rapidamente.
Uma das últimas inovações apresentadas pela CUSTOM na PTE de Amesterdão é o MULTI SCAN, um pequeno leitor multifunções que integra tecnologia RFID, leitura de códigos de barras bidimensionais (disponível tanto com Wi-Fi como com Bluetooth), carregamento contactless e um visor que permite a visualização e a comparação de dados. O MULTI SCAN é capaz de efetuar não só a digitalização dos documentos, mas também a dos rostos dos viajantes, para os comparar com os dados pessoais presentes nas bases de dados.
O futuro da viagem, no aeroporto e em altitude, já é realidade com as soluções CUSTOM! Saiba mais sobre a divisão Aviation visitando o nosso site >> www.custom.it/aviation